Nem preciso explicar o porquê...
30 de dezembro de 2011
29 de dezembro de 2011
A primeira ida aos saldos

Numa palavra? Caótica. O Vasco da Gama estava completamente à pinha. Era atropelos por todo lado, era roupa espalhada pelo chão - o caos completo. Para alguém que odeia confusões, foi ver-me a entrar na Zara e a sair no mesmo instante. Não consigo estar em ambientes saturados, e muito menos lutar por uma peça de roupa.
A Zara Home estava quase vazia, mas a nível de produtos estava muito fraquinha. Nada do que tinha em mente comprar, havia por lá.
E assim foi a minha ida aos saldos. A primeira.
28 de dezembro de 2011
Voltei
Como devem ter reparado nem um Feliz Natal vos vim desejar... Sou uma desnaturada, eu sei. A verdade é que o tempo parece que voa e organizar o jantar de Natal demorou mais do que eu pensava.
Espero que a noite da consoada tenha sido boa, tal como a minha o foi.
Em breve, voltarei com novidades. Sim, porque já começaram os saldos e hoje aí vou eu direitinha à Zara Home.
Beijinhos
21 de dezembro de 2011

Ainda não vos disse, mas amanhã começo as minhas piquenas férias [iupi, iupi]. Vou tentar vir aqui antes da noite da consoada, até porque quero vir mostrar a minha árvore de Natal ainda.
Até lá, sorriam muito :)
Today is the day

Gosto de estações e aeroportos. Na verdade, gosto de locais de chegadas e partidas. Gosto dos beijos trocados quando alguém chega, ou parte, gosto do acenar de mãos e gosto do brilho nos olhos das pessoas.
A magia destes locais é sempre única. No meu caso particular, estes locais lembram-me sempre o início da nossa história. Foi numa estação que demos o nosso primeiro beijo. Foi numa estação que a nossa vida mudou.
20 de dezembro de 2011
Últimas aquisições lá para casa
Candelabro elaborado em madeira lavada com motivos talhados. (Zara Home)
Pote de vidro mercurizado. (Zara Home)
19 de dezembro de 2011
E o frio?
16 de dezembro de 2011
Pensamento profundo do momento

Se a Pivot Table não tivesse sido inventada, eu não era a mesma. Pelo menos, demoraria séculos a trabalhar os ficheiros que preciso.
Depois admiram-se...

Aqui há uns tempos atrás o meu homem, após vários anos de inércia física, decidiu juntar-se com os colegas de trabalho e irem dar uns chutos na bola. Não sei ao certo quanto tempo foi o jogo, mas sei o que se passou nos dias seguintes. Era vê-lo, qual velho reumático, a mexer-se lentamente pela casa. Arrastava os chinelos e para se levantar pedia licença ao pé direito, depois ao esquerdo, novamente ao direito, esquerdo, e depois é que se levantava.
Escusado será dizer que eu me fartava de rir. Se isto, por si só, já tinha piada, imaginem vê-lo a fazer a nossa cama, deitado nela. Sim, leram bem. Estava a fazer a cama, deitado na própria.
Não preciso dizer mais nada, certo? Depois admiram-se de nós "gozarmos" com eles...
15 de dezembro de 2011
Boa tarde

Quando alguém me diz um "bom dia, boa tarde, olá", eu, simpaticamente, respondo. Sempre com um sorriso. Aliás, é meu apanágio cumprimentar desconhecidos. Chamem-me maluca, mas fui educada para ser simpática, amistosa e carinhosa com todos, mesmo aqueles que não conheço. Confesso que quando me mudei para Lisboa estranhei muito a falta de simpatia de algumas pessoas. Não todas, verdade seja dita. As pessoas simpáticas andam por todo lado. Aqui, já encontrei muitas, seja no comboio, autocarro ou na rua. Pessoas que não me conhecem e me dirigem um sorriso. Eu gosto disso.
Contudo, a falta de simpatia de certas pessoas com que me cruzo no dia a dia é algo que me deixa triste. Ainda agora cruzei-me com uma pessoa a que insisto em dizer boa tarde. Que raramente me responde e que nunca lhe vi um sorriso na cara. Eu, esquecida, falo sempre. Ora, se ela nunca me fala, porque raio continuo eu a dizer-lhe boa tarde? Burro simpático não aprende, é o que me apraz dizer. Neste caso, é mais burra.
Como ir às compras pode ser deprimente
Como sempre, antes de ir às compras, gosto de ir munida com uma lista do que quero ver/experimentar/comprar. Ontem, não foi exceção. A lista continha coisas da Zara Home, Area, Pull&Bear e Mango. Percorri cada uma destas lojas com a consciência do que queria, mas para grande desilusão não encontrei nada do que estava na lista. Pelo que me foi dado a ver, as lojas estão despidas, ou então fui eu que tive azar e tudo o que pretendia, não havia.
Grande desilusão - é o que posso dizer.
14 de dezembro de 2011
Pai Natal

Acabadinha de chegar do Colombo. Objetivo? Tirar uma foto com o Pai Natal. O senhor ficou a olhar para nós [éramos 5 mulheres] com ar malandro e cómico. Quem disse que o Natal é só das crianças enganou-se, e bem. Nós somos [fomos] a prova.
13 de dezembro de 2011
Ver a morte passar ao lado
Hoje, não sei porquê, veio-me à cabeça o dia em que presenciei a morte de uma pessoa. Se há acontecimento que me marcou, foi este. Num domingo, há vários anos atrás, eu, a minha irmã e uma amiga tínhamos ido passear pelo parque. O que deveria ter sido um passeio normal de domingo, transformou-se num pesadelo. Um carro desgovernado entrou pelo parque e acabou por levar à frente 3 homens que estavam a passear por ali. Dois deles tiveram sorte, o outro, não. Ficou preso entre uma árvore e o carro. Morreu naquele momento.
Por muitos anos que viva nunca vou esquecer aquele dia. Num segundo estamos bem, no outro podemos não estar. Eu própria já tive alguns sustos derivados da minha doença, por isso sei do que falo. A mensagem de hoje, a mensagem de todos os dias é esta.

Aviso
Só para avisar que não aceito comentários anónimos. Muito menos de pessoas ressabiadas e ignóbeis.
Um conselho? Vão ler um livro. Faz bem e imaginem só... cultiva a mente. É só isto.
Por outro lado, fazem-me rir. Sério que sim.
12 de dezembro de 2011
As saudades...
De ouvir isto. Saudades de ser estudante. Saudades de Coimbra. Saudades dos arrepios que senti na minha primeira, e última serenata.
Calores noturnos

Ontem, não sei o que se passou comigo, mas estava na cama com um calor descomunal na cara. As minhas bochechas pareciam uma chaleira em ebulição. Nisto, viro-me para o J. e digo:
"Amor, preciso de alguma coisa fresca para pôr na cara"
Nisto, ele mete as mãos na minha cara. [Mãos essas que costumam estar sempre frias, mas ontem, azar dos azares, estavam quentes].
"Estão quentes. Não tens aí nada mais frio?"
Diz-me ele: "Tenho, os pés!"
Agora, estão a pensar que ele me meteu os pés na minha cara... pois, mas não. Acabou por meter o telemóvel dele nas minhas bochechas. Passado um bocado, lá consegui arrefecer e acabei por adormecer...
Informação
9 de dezembro de 2011
7 de dezembro de 2011
Como começar o dia a sorrir
Mensagem da minha mãe:
"Bom dia. Acordei com um dilema: A Wiki concorreu à universidade e esta noite os colegas telefonaram a dizer-lhe que entrou. Agora, como isto anda tão mau, quem é que lhe vai pagar as propinas? Eu não posso, mas é uma pena... ela é tão inteligente."
Devo referir que a Wiki, bom... é uma gata.
6 de dezembro de 2011
Ao cuidado do meu homem... ou do Pai Natal
5 de dezembro de 2011
Chapeleiro
Este fim de semana fomos a diversas lojas de decoração, entre elas o Gato Preto. Acabámos por comprar lá o nosso tapete de entrada, mas ficámos de olho num chapeleiro. Queríamos fugir aos tradicionais "baldes" e achámos este uma boa opção. É simples, divertido, original e ocupa pouco espaço. Tem os ingredientes necessários para ir morar lá para casa.
Que acham? :)
Compras
Este fim de semana foi intenso. Ida ao Aki, Ikea, Gato Preto, Casa e afins. Posso dizer que comprámos um tapete para a entrada (finalmente), a árvore de Natal, uma consola, uma prateleira, um estore japonês para a cozinha e um espelho para o quarto. Aos poucos a casa está a ficar compostinha.
P.S.: Não me esqueci das fotos do wc. Na verdade, já estão tiradas, mas a senhora minha máquina está sem bateria e o carregador lembrou-se de panicar. Assim que resolver a situação, mostro as fotos.
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