
16 de dezembro de 2011
Depois admiram-se...

12 de dezembro de 2011
Calores noturnos

7 de dezembro de 2011
Como começar o dia a sorrir
Devo referir que a Wiki, bom... é uma gata.
21 de novembro de 2011

Quando criei o blogue a intenção de me manter anónima era para prevalecer. Contudo, há coisas que acabam por cair por terra. Neste caso, ainda bem que caiu.
3 de outubro de 2011
O fim de semana

Sábado:
Acordei às 11h. Preparámos o almoço a dois.[Caldo verde. Panadinhos com batata frita. Salada de pepino. Fruta variada. Café nespresso.]. Limpar a cozinha [bancadas, placa fogão, micro-ondas, frigorífico, azulejos, chão]. Despedir do meu amor [esta parte que custa]. Limpar o pó da sala. Aspirar o chão da sala. Passar o mesmo com a mopa com o produto específico. Segue-se o corredor. Idem para o pó. Aspirar e mopa. Segue-se o escritório. Idem para a limpeza do pó [com uma estante enorme a tarefa é mais morosa]. Aspirar e mopa. Segue-se o quarto de hóspedes. Idem pó, aspirar e mopa. Por fim, o nosso quarto. Depois de deixar a cama e o quarto arejar um bom bocado, seguiu-se a limpeza do pó. Aspirar e passar com a mopa.
Já acabei? – Perguntam vocês.
Não. Ainda não. A seguir a isto ainda fui desentupir os canos dos dois wc´s que teimam em não nos dar descanso [ao dia de hoje, já estão 100% operacionais]. Depois disto, ainda passei a ferro [durante uns 40/50 minutos]. Ainda fiz um bolo de canela [a coisa não correu muito bem, diga-se, mas para a próxima sai melhor].
...
Ser dona de casa é isto. E se é verdade que muitas das vezes faço as coisas contrariada, porque o sofá chama por mim, também é verdade que adoro limpar a nossa casa e deixar tudo nos "trinques". E não, não me posso queixar do homem que me calhou na rifa. Só não ajuda mais porque os horários não o deixam. Além disso, o strogonoff que ele faz é tão, mas tão bom, que qualquer falha, é logo sanada com uma garfada do dito manjar.
16 de setembro de 2011
12 de setembro de 2011
Body vs fraldas

7 de setembro de 2011
6 de setembro de 2011
A inquilina

Desde que chegou ao office, a inquilina, tem-se portado como um leão na selva. O leão é, de facto, o rei da selva. A inquilina, não. A inquilina chegou aqui há menos de uma semana. A inquilina, quando muito, é um macaco daqueles com o rabo assado e vermelho.
Logo no primeiro dia, uma das colegas perguntou-lhe se ela precisava de uma caneta [A inquilina estava a receber formação, e poderia precisar de papel e caneta para fazer os seus próprios apontamentos]. A inquilina, com o seu ar de leão na selva, respondeu que não precisava. Disse e passo a citar: “Não, obrigada. Uma jornalista anda sempre preparada. Anda sempre com uma caneta”
De notar, que ela não está a fazer trabalho de jornalista aqui nem nada que se pareça. Está sim, a fazer trabalho administrativo. Daqui, podemos concluir que a inquilina [logo no primeiro dia] quis dar o ar de sua graça e presentear-nos com um “ olhem para mim… tenho um curso de jornalista, por isso não sou qualquer uma, sim?”
Já estou a imaginar alguém que tirou o curso de direito [e por este ou aquele motivo está a trabalhar noutra área] e alguém lhe pergunta:
"Precisas de um bloco de notas?"
- Ah, não. Um advogado anda sempre com um código civil em branco.
Ou então, alguém que tirou medicina:
"Precisas de um x-ato?"
- Ah, não. Um médico anda sempre com um bisturi.
A inquilina é cheia de sorrisos pela frente, mas mal viramos as costas ela olha-nos de alto a baixo. A inquilina diz que o trabalho que lhe deram para fazer é “super fácil”. Ai é? Ainda bem, digo eu.
No segundo dia de formação, a inquilina pede à colega para parar um bocadinho. O telemóvel dela tocou, e parece que era uma emergência familiar. Uauuuu. Está a receber formação, e tem o descaramento de estar a mexer no telemóvel. Ah e tal, podia estar alguém a morrer - pensam vocês.
Não! Era o namorado a dizer-lhe que tinham a casa com formigas. Emergências destas é que vocês não estavam à espera! Nem eu, diga-se de passagem.
A inquilina ontem levantou-se da cadeira e veio meter-se numa conversa entre mim e uma colega. Tudo isto passou-se em 4 dias. Até me arrepio só de pensar o que para aí vem.
24 de agosto de 2011
Pizza e minis
22 de agosto de 2011
Nomes esquisitos que eu dou às coisas
4 de maio de 2011
POPOTA (SEX TAPE) - Rui Unas
30 de março de 2011
Música para procriar
17 de março de 2011
Enxada

11 de fevereiro de 2011
Amor

9 de fevereiro de 2011
Novidades
28 de janeiro de 2011
26 de janeiro de 2011
Encontro imediato com o ex

19 de novembro de 2010
Cimeirinha cimeirinha

Sempre gostei de ser do contra e só por isso, hoje, vou matar-me a trabalhar. Só para aprenderes a não dar pontes a um País que precisa de labutar. Sim, eu gosto de labutar. Também gosto de pontes, gosto. Contudo, labutar traz-me uma certa alegria. Sabes aquele sentimento de utilidade? Pronto, é isso. Gosto de me sentir útil.
Li outro dia que “um dia de paragem custa ao País 72 milhões de euros.” A função pública representa cerca de 12,5% da população activa, cimeirinha!
Está bom de ver que além de paralisares esta percentagem significativa, paralisas uma outra tanta do sector privado, que se ressente dos efeitos da mesma.
Portanto, espero que esta tua presença em Portugal traga mesmo boas notícias. Caso contrário, sou menina para me chatear contigo, ainda mais!
Com apreço,
Ana – Uma trabalhadora humilde do sector privado



