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15 de dezembro de 2011

Boa tarde



Quando alguém me diz um "bom dia, boa tarde, olá", eu, simpaticamente, respondo. Sempre com um sorriso. Aliás, é meu apanágio cumprimentar desconhecidos. Chamem-me maluca, mas fui educada para ser simpática, amistosa e carinhosa com todos, mesmo aqueles que não conheço. Confesso que quando me mudei para Lisboa estranhei muito a falta de simpatia de algumas pessoas. Não todas, verdade seja dita. As pessoas simpáticas andam por todo lado. Aqui, já encontrei muitas, seja no comboio, autocarro ou na rua. Pessoas que não me conhecem e me dirigem um sorriso. Eu gosto disso.


Contudo, a falta de simpatia de certas pessoas com que me cruzo no dia a dia é algo que me deixa triste. Ainda agora cruzei-me com uma pessoa a que insisto em dizer boa tarde. Que raramente me responde e que nunca lhe vi um sorriso na cara. Eu, esquecida, falo sempre. Ora, se ela nunca me fala, porque raio continuo eu a dizer-lhe boa tarde? Burro simpático não aprende, é o que me apraz dizer. Neste caso, é mais burra.

Como ir às compras pode ser deprimente

Como sempre, antes de ir às compras, gosto de ir munida com uma lista do que quero ver/experimentar/comprar. Ontem, não foi exceção. A lista continha coisas da Zara Home, Area, Pull&Bear e Mango. Percorri cada uma destas lojas com a consciência do que queria, mas para grande desilusão não encontrei nada do que estava na lista. Pelo que me foi dado a ver, as lojas estão despidas, ou então fui eu que tive azar e tudo o que pretendia, não havia.


Grande desilusão - é o que posso dizer.

13 de dezembro de 2011

Ver a morte passar ao lado

Hoje, não sei porquê, veio-me à cabeça o dia em que presenciei a morte de uma pessoa. Se há acontecimento que me marcou, foi este. Num domingo, há vários anos atrás, eu, a minha irmã e uma amiga tínhamos ido passear pelo parque. O que deveria ter sido um passeio normal de domingo, transformou-se num pesadelo. Um carro desgovernado entrou pelo parque e acabou por levar à frente 3 homens que estavam a passear por ali. Dois deles tiveram sorte, o outro, não. Ficou preso entre uma árvore e o carro. Morreu naquele momento.



Por muitos anos que viva nunca vou esquecer aquele dia. Num segundo estamos bem, no outro podemos não estar. Eu própria já tive alguns sustos derivados da minha doença, por isso sei do que falo. A mensagem de hoje, a mensagem de todos os dias é esta.







12 de dezembro de 2011

As saudades...

De ouvir isto. Saudades de ser estudante. Saudades de Coimbra. Saudades dos arrepios que senti na minha primeira, e última serenata.

30 de novembro de 2011

Das coisas que me irritam

Haver, nos dias de hoje, discriminação de géneros. De uma forma encapotada, é verdade, mas existe. Os homens chegam à hora que bem lhes apetece, vão almoçar quando querem e ganham muito mais que nós, mulheres.


E o que isto me irrita, meus amores. O que isto me irrita. Se fosse um homem a fazer o que eu faço ganhava provavelmente mais de 20 ou 30% do que eu ganho. Se fosse um homem a fazer o que eu faço, já tinha progredido na carreira. Se fosse um homem a fazer o que eu faço, já tinha sido aumentado.


Ao contrário, nasci mulher. Com orgulho, sou mulher. Por ser mulher que não vou desistir e conformar-me com isto. Não quero, nem posso. Não vou resignar-me ao encolher de ombros, que muitas colegas minhas já adotaram. Quero mais, mereço mais.


Não desistir de procurar algo melhor, é o objetivo. O principal.

21 de novembro de 2011



Daqui a sensivelmente 3h vou estar enfiada numa sala a debitar pela 3ª vez o mesmo - O meu percurso de estudante, o meu percurso profissional, os porquês de querer procurar um novo trabalho agora, as minhas qualidades e os meus defeitos, as minhas ambições e as minhas expectativas salariais.


Wish me luck, again!

17 de novembro de 2011

Impotente



Não gosto de me sentir impotente. Principalmente, quando não consigo ajudar um amigo que está a precisar de ajuda...

7 de novembro de 2011

Uma manhã perdida



Hoje era o dia da entrevista. Correu tudo às mil maravilhas, parecia mesmo que os requisitos assentavam que nem uma luva no meu percurso profissonal (a rapariga chegou a dizer o mesmo...). Eis que no fim da entrevista, a moça diz-me que a empresa fica no cú de judas e que não existe qualquer tipo de transporte para lá. Ou seja, só quem tem carro é que poderia trabalhar ali. Pois muito bem, perdi eu uma manhã inteira para quê... ? Pelo meu cv dá para ver que não tenho a carta de condução... E mesmo que tivesse, não ia trabalhar para o cú de judas...



Podiam ter-me dito isso ao telefone, antes da entrevista, que eu já sabia ao que ia... ou melhor, não ia. Enfim...

26 de outubro de 2011

I need You



É a terceira noite que não jantamos juntos, que não rimos, que não me fazes massagens nos pés, que não vemos televisão no quentinho da nossa cama, que não adormecemos juntos. Hoje, é mais uma dessas noites. Amanhã outra. Odeio este teu horário, mesmo.


Hoje, mais do que ontem, precisava de ti em casa. Precisava das tuas palavras sábias que me fazem acalmar desta agitação e deste nervosismo que se instalou por aqui.




Amanhã é um dia importante e tu não estás...

Tomorrow



Aguardo ansiosa pelo dia de amanhã. Por um lado, quero que chegue rápido. Por outro, estou com medo, muito medo. O dia de amanhã pode ser importante. Espero que sim. Que seja quiçá uma viragem - a viragem que bem preciso.


Wish me luck!

10 de outubro de 2011

Check






Dores no corpo


Febre


Nariz entupido


Garganta inflamada





[Ansiando pelas 18h mais do que nunca... ai ai.]

6 de outubro de 2011

Como comprar uma casa, se tornou num pesadelo



Depois de meses de absoluto desespero, chegou a hora de tomar uma decisão. Decisão essa que passará por consultar um advogado e muito provavelmente ir parar a um tribunal. Estamos há meses à espera que nos paguem o valor do sinal da casa que era suposto termos comprado. Como sabem, não conseguimos obter o empréstimo [com esta crise, acho que acabou por ser bom] e optámos por alugar uma casa. Acontece que demos o sinal aos investidores do referido imóvel, sinal esse no valor de 1500€. À data de hoje, a minha conta continua à espera do que me é devido. A lei está do nosso lado, como é óbvio. O negócio não sendo realizado, o grupo teria de nos reembolsar o valor do sinal. Após vários telefonemas, cartas registadas, e-mails, a resposta é sempre a mesma: "...não temos dinheiro para pagar... a empresa está com dificuldades."


Se está, temos pena. No site do dito grupo, gabam-se de ter feito milhões de €€ em lucros no ano de 2010. A enganar os clientes, até eu conseguia fazer milhões.


Cansa-me viver neste país de corruptos. Estou deveras enervada. Isto anda a desgastar-nos e tem provocado n discussões lá em casa.


Só espero que a lei não nos falhe. Que ainda haja justiça neste país. É isso que espero...

3 de outubro de 2011

Raios e coriscos



Seguem-se mais 3 semanas de espera. Fomos à Area e a tal dita coisa que queríamos ainda não chegou. E já vamos nisto há mais de 2 meses.



Nunca mais vejo a minha cozinha pronta. Oh raios.

29 de setembro de 2011



Preciso de tirar férias das pessoas ignóbeis e acéfalas com quem tenho de conviver diariamente. Ando a ficar sem paciência para isto.

27 de setembro de 2011

Limbo*



Há momentos da minha vida que não recordo [poucos, é certo]. Se há coisa que me deixa deprimida é isso. É não me lembrar do que fiz, do que disse. Já não me acontecia isto há anos.


Domingo, aconteceu. Na minha cabeça tenho alguns vislumbres. Pedaços de um filme que vi aos poucos. Não consigo distinguir bem a realidade do sonho. Nestas alturas, sinto-me uma incapaz, e sinto que tenho um problema. Só aí.


Levo os meus dias na maior das calmas, com a mesma rotina diária de sempre. Medir a glicemia, injetar insulina, ter cuidado com o que como, beber água... É só aqui que a minha rotina difere da de outra pessoa. Fora isto, tenho uma vida absolutamente normal. Quase que nem sinto que sou diabética.


Quando me calha destes episódios, é que vem à tona o que tenho. Após o dia de aniversário, com alguns doces à mistura, cansaço extremo, o resultado veio na manhã seguinte.


Parece-me que praguejei, não quis acordar para dar insulina, fui rude com o J.... e não recordo nada disto.


Para mim, tudo parecia um sonho na altura. Não era. Depois seguem-se as perguntas.


- Amor, eu tratei-te mal?

- Não, amor.


- Amor, eu bati-te? [sim, uma vez deu-me para magoar a minha mãe]

- Não, amor. Mas... não te lembras mesmo de nadinha? É que estavas a falar normalmente, por isso que nunca pensei que estavas com hipoglicemia.


- Não, não me lembro...




Fiquei triste. Porque é triste. É triste ver que por momentos não estive ali. E o que me assusta, é saber onde é que eu estive... Onde é que eu estou quando tenho destes episódios.




*[Encarem isto como um desabafo]

26 de setembro de 2011

Tenho o blog com vírus

...e agora? Alguma alma caridosa que me ajude, please. Já andei aqui a mexer nas configurações (tal como li num blog), mas nada resolve :(

22 de setembro de 2011

Indecisão do momento





Amanhã, venho ou não venho trabalhar? Estou tentada a meter um dia de férias...

21 de setembro de 2011

Festividades



Sábado é o meu dia. Nunca gostei de fazer anos, confesso. Aliás, já nem me recordo da última vez que festejei o meu aniversário com uma big party [acho que na última teria 14 anos??]. Este ano, vai ser diferente. Não haverá uma big party, mas vai haver convívio. Os meus pais, a minha sis e respetivo cunhado, os meus quasi sogros, a minha quasi cunhada e os meus quasi sobrinhos vão juntar-se às festividades. Ao todo seremos 11 pessoas. Uma multidão, portanto.



As famílias vão conhecer-se, finalmente. Apesar de ter a certeza que vai ser um dia em grande, estou receosa. Não estou habituada a grandes festividades neste dia.

20 de setembro de 2011

Mango, querida



Ontem, foste uma desilusão. Ia eu, qual criança aos saltos, em direção à nova loja que abriu lá para os meus lados, e eis que entro e fico tão, mas tão triste.


De todas as coisas que poderiam rechear a loja, parece-me que foram escolher as coisinhas mais feias para lá colocar. [Não, não sou esquisita]


Ia a pensar comprar 1/2 vestidinhos, mas não. Saí de lá com as patinhas a abanar. Pior para ti, que não ficaste com mais uns €€ na caixinha mágica. Quem ficou a ganhar foi a tua amiga, a Zara. Conheces?


Conselho de amiga? Mete lá coisinhas mais bonitas, sim? Se precisarem de ajuda na escolha de peças do catálogo, eu estou 100% disponível.

12 de setembro de 2011

Amor





Gosto de receber visitas, gosto mesmo, mas já sinto saudades de ter a casa só para nós...